Assalto violento a moradia em Mafra motivado por ostentação pública de riqueza

Num contexto que os investigadores descrevem como «extravagância impedida», o assalto registado em Mafra surge após o titular da habitação ter partilhado, presencialmente e nas redes sociais, indícios claros de elevado poderio económico — o que poderá ter catalisado a ação da quadrilha. A PSP de Lisboa investiga o caso como um delito de furto qualificado com ameaça armada, tendo já recolhido vídeos das redes e testemunhos que confirmam a técnica de «marcação» do imóvel.

Peritos em investigação criminal alertam para o facto de a ostentação de bens nas redes sociais, e em particular o lifestyle visível em zonas habitacionais, funcionar como gatilho para agressões patrimoniais. Desta feita, o episódio em Mafra vem reforçar o aviso: a vida privada pode transitar para o palco público da vitimação.

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