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Grávida morre após ter sido mandada para casa no Hospital Amadora-Sintra

Mulher de 38 semanas de gestação apresentava sintomas de hipertensão grave. Bebé nasceu em estado crítico.

Por Portugal 24 Horas

Uma mulher grávida de 38 semanas morreu após ter sido enviada para casa pelo Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), apesar de apresentar sinais de hipertensão e mal-estar generalizado. O caso está a gerar comoção e pedidos de esclarecimento por parte das autoridades de saúde.

De acordo com relatos familiares, a mulher deu entrada no hospital com dores intensas e tensão arterial elevada, mas, após avaliação, foi informada de que poderia regressar a casa. Horas depois, o seu estado agravou-se de forma súbita, levando a um novo internamento de urgência.

A equipa médica realizou uma cesariana de emergência, conseguindo salvar o bebé, que nasceu com graves complicações respiratórias e permanece em estado crítico nos cuidados intensivos neonatais.

O hospital confirmou o óbito e anunciou a abertura de um inquérito interno para apurar eventuais falhas no atendimento e na avaliação clínica. O caso foi igualmente comunicado à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e ao Ministério Público, que deverão investigar as circunstâncias da morte.

O incidente reacendeu o debate sobre as condições de sobrecarga e falta de recursos nos serviços de obstetrícia do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente no Hospital Amadora-Sintra, já anteriormente alvo de queixas por demoras e insuficiência de profissionais.

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FONTE: Correio de Sintra

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