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ONU Alerta Para Agravamento da Fome em 16 Regiões Críticas Globais

Por Portugal 24 Horas

A Organização das Nações Unidas (ONU) expressou séria preocupação face ao aumento da insegurança alimentar em 16 áreas geográficas distintas em todo o mundo. Um relatório recente da organização aponta para um agravamento das condições de fome, colocando milhões de pessoas em risco iminente.

O relatório identifica um conjunto de zonas consideradas de “preocupação máxima”, onde a situação humanitária se deteriorou significativamente. Entre estas, destacam-se o Afeganistão, assolado por instabilidade política e conflitos armados, a República Democrática do Congo, palco de violência persistente e deslocamento populacional, e Myanmar, confrontado com uma crise política e humanitária complexa.

A Nigéria, a Somália e a Síria também integram a lista de áreas onde a fome representa uma ameaça grave e crescente. Nestes países, a combinação de conflitos, alterações climáticas, instabilidade económica e outros fatores contribui para a escassez de alimentos e o aumento da desnutrição.

A ONU sublinha a urgência de uma ação coordenada e eficaz para mitigar os efeitos da crise alimentar nas regiões afetadas. O relatório apela a um aumento do financiamento humanitário, ao fortalecimento das cadeias de abastecimento alimentar e à implementação de medidas para promover a resiliência das comunidades vulneráveis.

A organização alerta ainda para as consequências a longo prazo da insegurança alimentar, incluindo o aumento da pobreza, o deslocamento populacional e a instabilidade social. Sem uma resposta imediata e abrangente, a situação poderá deteriorar-se ainda mais, com impactos devastadores nas vidas de milhões de pessoas. A ONU reitera o seu compromisso em trabalhar com os governos, as organizações não-governamentais e outros parceiros para garantir que as necessidades básicas das populações afetadas sejam atendidas e para construir um futuro mais seguro e sustentável para todos. A coordenação de esforços e a alocação eficiente de recursos são cruciais para evitar uma catástrofe humanitária de proporções ainda maiores.

Fonte: www.cmjornal.pt

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